I’m living a non-stop situation
Domingo, Noite, Irish Beer
Realmente rolou de ir ao Shenanigans, um pub irlandês aqui perto de casa. Sinuca e dardos, me senti no episódio de ER no qual o Benton e a Lizzy saíram pela primeira vez. Lugar muito bom, ótimo para reunir uma galera porque a consumação é baratinha (10 Reais) e ficar perto de onde a gangue mora. Mas a diversão da noite ficou a cargo do grupo de meninos que veio falar comigo e com a Marina. Eu não consigo aturar otários por muito tempo e quando o Henrique, um desconhecido até então, veio falar comigo não conseguir resistir à vontade de ser estúpida para ver se ele achava outra pessoa para atormentar. Só sei que em pouco tempo estávamos na mesa conversando animadamente com os amigos do Henrique, O Pentelho, que tinha sumido, ainda bem! Somou-se a história Yasser e Rafael. A gente conversou a noite toda, half quality people.
Lorena e Marina em coro – Ah, se ela tivesse uma arma... hehehe...
Henrique – Eu teria chance com você?
Lorena – Não! Não! NãO! NãO mesmo!(com muita ênfase!)
Paulo – Como você definiria sua amiga com uma palavra?
Lorena – Detonadora.
“Detonação” virou o apelido da Marina, claro, ela não leva desaforo para casa, é sutil como uma manada de elefantes e parte para o ataque sem piedade! Mas ela é um doce...Vai se ferrar! Tanto que ela foi detonar beijos e abraços com o Rafael, que a esta altura já virou Rafa. E eu lá esperando... Então o Henrique aparece e me abraça.
Lorena – Sai porque eu tenho nojo de gente. Eu gosto é de ETs.
Atravessamos e rua e chegamos em casa. Eu e Mari ficamos até o sol nascer rindo feito loucas e lembrando das situações cinematográficas em que nos metemos. What a Day!
Segunda, Faculdade & Consumismo, Frozens & Teatro
Ao som de “Rock de Casbah” do The Clash eu acordei a Mari. Tentei e consegui tirar essa dorminhoca do caramba da cama. Rumamos em direção a faculdade dela para resolver uns probelminhas da re-matrícula para o próximo período e depois fomos ao shopps exercitar nossos instintos consumistas, acabou rendendo uma blusa azul e amarela com o desenho de um pássaro e um cinto preto com corrente para mim e uma blusa preta e laranja com a estampa de uma cerveja para ela (detonação total!) tudo da Renner. Agora começa toda a grande história envolvendo música ruim, muitas bebidas, dramalhão mexicano...
Um menino com quem a Mari teclava no icq ligou pra ela e disse que ia aparecer na loja para conhecer a gente. De longe nós vimos às figuras, parados na sessão de biquínis. Esperamos ele virem falar com a gente, esperamos e esperamos, quando fomos ver eles já tinham saído da loja. Eles ligaram pro celular dela e combinaram no McDonalds. Fomos convencidas por eles a sair para a tão “badalada” Night do Rio de Janeiro, eu já estava de saco cheio de sair assim que quase desisti, mas fui porque onde quer que eu esteja com as pessoas que adoro será uma festa! We are the party! Lets get wild!
O fun Squad além da dupla imbatível (Mari+Me) contou com as novidades Henrique, Paulo e Cassiano.
Cozumel aí vamos nós!
O local estava lotado do lado de fora e mais lotado do lado de dentro. Perfeito! Adoro multidão! A música estava uma grande droga, mas como a remixagem era praticamente a mesma para todas as músicas deu para abstrair total, os únicos sons que eu lembro de ter escutado foram 3 músicas da Jennifer Lopes e “Should I Saty or Should I Go” (Isso virou moda? Foi? Que merda!Estão estragando uma música ótima com uma remixagem medíocre).
Eu pela primeira vez decidi misturar bebida. Foi frozen de morango, cerveja e vodka com Coca-Cola. Bêbada eu nunca fiquei e não tenho vontade de ficar. Uma coisa curiosa é que eu começo a ficar alegrinha tomando cerveja, mas fico normal se eu tomo outro drinkes. Batatinhas fritas humy humy!
E lá estava eu curtindo o Cozumel, andando tranqüilamente quando olho para Mari que estava chorando ao lado do Paulo. Ela queria ir embora, eu não estava entendendo nada, mas com certeza deveria ser algo muito sério para faze-la chorar. O que houve então?
O Paulo começou a dar em cima dela, só que o otário não percebeu que não havia nenhum interesse dela por ele e continuou forçando a barra. Conversei sério com ela e avisei para ele parar de falar merda para minha amiga. A Mari foi ser consolada pelo Henrique, o Cassiano estava bebendo todas e eu fui ficar com um menino bonitinho que não lembro o nome. Daí a Mari e o Henrique ficam juntos para surpresa geral das pessoas, menos para mim que já sabia que ela estava de olho nele. O Cassiano continuou bebendo todas e eu passei a dar beijinhos no Thiago, um menino bonitinho que apareceu quando um fotógrafo de baladas apareceu (Tbém está virando modinha tirar fotos minhas para site de baladas?Haa não!)
Toquei os beijos do Thiago para conversar com uns gringos mineiríssimos, um alemão e um irlandês. Daí o Cassiano começou a vomitar todas e foi levado pra casa pelo Henrique e a Mari, além disso, o Paulo, O Psicótico, já tinha ido embora há muito tempo alegando que era muita dor ver os dois juntos. FUDEU! Com letras garrafais, porque o combinado era o Paulo pagar a nossa consumação (o nosso cartão não era aceito lá) e levar a gente de volta para casa. PUTZ FUDEU! Pera aí, calma, eu só estou sozinha numa discoteca mexicana sem dinheiro! De repente a Mari aparece e fala para eu fazer a melhor performance de bêbada da minha vida. Ok!
Henrique – Ela está muuuito bêbada!
Lorena – O que? Ham? Bêbada eu? Ham? Como isso? To não! Ou to sim?
Foi tão convincente que ele pagou a minha consumação e a da Mari. Foi a melhor encenação de bêbada de todas, Oscar para mim please! Fiz valer todo o dinheiro que gastei com as aulas de teatro. Me joguei no carro dele e comecei a cantar “Total Eclipse of The Heart”. Só que ele não levou a gente direto para casa, ele nos levou antes para o mirante. Isso foi indescritível! A lua estava plena, cheia, linda. O Rio de Janeiro estava lindo e sereno, tão calmo. O vento batendo gostoso no rosto, as estrelas sorrindo, a lua lá, linda linda! Eu olhava para essa beleza de cidade e de céu estrelado e agradecia por viver aqui. Agradecia a Deus, ao Destino, a Vida, ou que for...
Me deixaram em casa e eu dormi um sono que não durmo desde que entrei de férias.
Domingo, Noite, Irish Beer
Realmente rolou de ir ao Shenanigans, um pub irlandês aqui perto de casa. Sinuca e dardos, me senti no episódio de ER no qual o Benton e a Lizzy saíram pela primeira vez. Lugar muito bom, ótimo para reunir uma galera porque a consumação é baratinha (10 Reais) e ficar perto de onde a gangue mora. Mas a diversão da noite ficou a cargo do grupo de meninos que veio falar comigo e com a Marina. Eu não consigo aturar otários por muito tempo e quando o Henrique, um desconhecido até então, veio falar comigo não conseguir resistir à vontade de ser estúpida para ver se ele achava outra pessoa para atormentar. Só sei que em pouco tempo estávamos na mesa conversando animadamente com os amigos do Henrique, O Pentelho, que tinha sumido, ainda bem! Somou-se a história Yasser e Rafael. A gente conversou a noite toda, half quality people.
Lorena e Marina em coro – Ah, se ela tivesse uma arma... hehehe...
Henrique – Eu teria chance com você?
Lorena – Não! Não! NãO! NãO mesmo!(com muita ênfase!)
Paulo – Como você definiria sua amiga com uma palavra?
Lorena – Detonadora.
“Detonação” virou o apelido da Marina, claro, ela não leva desaforo para casa, é sutil como uma manada de elefantes e parte para o ataque sem piedade! Mas ela é um doce...Vai se ferrar! Tanto que ela foi detonar beijos e abraços com o Rafael, que a esta altura já virou Rafa. E eu lá esperando... Então o Henrique aparece e me abraça.
Lorena – Sai porque eu tenho nojo de gente. Eu gosto é de ETs.
Atravessamos e rua e chegamos em casa. Eu e Mari ficamos até o sol nascer rindo feito loucas e lembrando das situações cinematográficas em que nos metemos. What a Day!
Segunda, Faculdade & Consumismo, Frozens & Teatro
Ao som de “Rock de Casbah” do The Clash eu acordei a Mari. Tentei e consegui tirar essa dorminhoca do caramba da cama. Rumamos em direção a faculdade dela para resolver uns probelminhas da re-matrícula para o próximo período e depois fomos ao shopps exercitar nossos instintos consumistas, acabou rendendo uma blusa azul e amarela com o desenho de um pássaro e um cinto preto com corrente para mim e uma blusa preta e laranja com a estampa de uma cerveja para ela (detonação total!) tudo da Renner. Agora começa toda a grande história envolvendo música ruim, muitas bebidas, dramalhão mexicano...
Um menino com quem a Mari teclava no icq ligou pra ela e disse que ia aparecer na loja para conhecer a gente. De longe nós vimos às figuras, parados na sessão de biquínis. Esperamos ele virem falar com a gente, esperamos e esperamos, quando fomos ver eles já tinham saído da loja. Eles ligaram pro celular dela e combinaram no McDonalds. Fomos convencidas por eles a sair para a tão “badalada” Night do Rio de Janeiro, eu já estava de saco cheio de sair assim que quase desisti, mas fui porque onde quer que eu esteja com as pessoas que adoro será uma festa! We are the party! Lets get wild!
O fun Squad além da dupla imbatível (Mari+Me) contou com as novidades Henrique, Paulo e Cassiano.
Cozumel aí vamos nós!
O local estava lotado do lado de fora e mais lotado do lado de dentro. Perfeito! Adoro multidão! A música estava uma grande droga, mas como a remixagem era praticamente a mesma para todas as músicas deu para abstrair total, os únicos sons que eu lembro de ter escutado foram 3 músicas da Jennifer Lopes e “Should I Saty or Should I Go” (Isso virou moda? Foi? Que merda!Estão estragando uma música ótima com uma remixagem medíocre).
Eu pela primeira vez decidi misturar bebida. Foi frozen de morango, cerveja e vodka com Coca-Cola. Bêbada eu nunca fiquei e não tenho vontade de ficar. Uma coisa curiosa é que eu começo a ficar alegrinha tomando cerveja, mas fico normal se eu tomo outro drinkes. Batatinhas fritas humy humy!
E lá estava eu curtindo o Cozumel, andando tranqüilamente quando olho para Mari que estava chorando ao lado do Paulo. Ela queria ir embora, eu não estava entendendo nada, mas com certeza deveria ser algo muito sério para faze-la chorar. O que houve então?
O Paulo começou a dar em cima dela, só que o otário não percebeu que não havia nenhum interesse dela por ele e continuou forçando a barra. Conversei sério com ela e avisei para ele parar de falar merda para minha amiga. A Mari foi ser consolada pelo Henrique, o Cassiano estava bebendo todas e eu fui ficar com um menino bonitinho que não lembro o nome. Daí a Mari e o Henrique ficam juntos para surpresa geral das pessoas, menos para mim que já sabia que ela estava de olho nele. O Cassiano continuou bebendo todas e eu passei a dar beijinhos no Thiago, um menino bonitinho que apareceu quando um fotógrafo de baladas apareceu (Tbém está virando modinha tirar fotos minhas para site de baladas?Haa não!)
Toquei os beijos do Thiago para conversar com uns gringos mineiríssimos, um alemão e um irlandês. Daí o Cassiano começou a vomitar todas e foi levado pra casa pelo Henrique e a Mari, além disso, o Paulo, O Psicótico, já tinha ido embora há muito tempo alegando que era muita dor ver os dois juntos. FUDEU! Com letras garrafais, porque o combinado era o Paulo pagar a nossa consumação (o nosso cartão não era aceito lá) e levar a gente de volta para casa. PUTZ FUDEU! Pera aí, calma, eu só estou sozinha numa discoteca mexicana sem dinheiro! De repente a Mari aparece e fala para eu fazer a melhor performance de bêbada da minha vida. Ok!
Henrique – Ela está muuuito bêbada!
Lorena – O que? Ham? Bêbada eu? Ham? Como isso? To não! Ou to sim?
Foi tão convincente que ele pagou a minha consumação e a da Mari. Foi a melhor encenação de bêbada de todas, Oscar para mim please! Fiz valer todo o dinheiro que gastei com as aulas de teatro. Me joguei no carro dele e comecei a cantar “Total Eclipse of The Heart”. Só que ele não levou a gente direto para casa, ele nos levou antes para o mirante. Isso foi indescritível! A lua estava plena, cheia, linda. O Rio de Janeiro estava lindo e sereno, tão calmo. O vento batendo gostoso no rosto, as estrelas sorrindo, a lua lá, linda linda! Eu olhava para essa beleza de cidade e de céu estrelado e agradecia por viver aqui. Agradecia a Deus, ao Destino, a Vida, ou que for...
Me deixaram em casa e eu dormi um sono que não durmo desde que entrei de férias.
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